A Polícia Militar Ambiental começou (02/12/2015) o curso de taxidermia (empalhar) de animais silvestres e Educação Ambiental, que será concluído no dia 13 de dezembro. A formação visa a preparar os policiais para aproveitamento de animais atropelados, ou que morrem nos Centros de Reabilitação de Animais Silvestres, fazendo taxidermia e os utilizando em oficinas de educação ambiental, em especial em escolas públicas e privadas, para discutir os problemas relacionados à fauna.
Objetiva também à troca de experiências entre as Polícias Ambientais sobre os tipos de trabalhos de Educação Ambiental que cada Unidade está executando em seu Estado, com a finalidade de qualificar e melhorar este trabalho tão fundamental para a minimização dos crimes e infrações ambientais. Inclusive, durante o curso há 35 horas de discussões sobre a Política Nacional de Educação Ambiental, às Políticas Estaduais que já foram promulgadas, bem como a apresentação dos Projetos que cada Polícia Militar Ambiental executa em seu Estado.
A ideia deste tipo de trabalho de taxidermia é montar museus itinerantes de educação ambiental para ter um atrativo às crianças e adolescentes para discutir as razões que levaram àqueles animais a estarem mortos. Trata-se de uma forma bastante didática, que tem fundamentado e tornado os trabalhos na área de Educação da Polícia Militar Ambiental extremamente requisitados, até porque, o museu de fauna itinerante é somente uma das oficinas utilizadas nos trabalhos. Também há oficina de reciclagem (discute-se – a questão dos resíduos sólidos); do ciclo da água (discute-se a questão dos recursos hídricos); a casinha da energia (discutem-se sobre energias e seus impactos, bem como energias renováveis e limpas); plantio de mudas nativas (discute-se – desmatamento, assoreamento, importância da flora etc.), além do teatro de fantoches com peças abrangendo todos os temas discutidos, em metodologia que permite ao atendido ter a noção de que o ambiente é um complexo e, cada ente afetado, pode causar uma reação em cadeia, prejudicando todo esse complexo e, enfim, o homem nessa cadeia.
LOCAL – O Curso, que está ocorrendo na Green Farm CO2 Free, em Itaquiraí, a 70 km da cidade de Naviraí, próxima à divisa com o estado do Paraná, também tem a disciplina de Educação Ambiental, onde se discutem a Política Nacional de Educação Ambiental e as dos Estados que já tem sua política estruturada, terá duração de 140 horas e será concluído no dia 12 de dezembro. Ele faz parte da grade de cursos da Polícia Militar e, portando, pode ser oferecido para Policiais de outros Estados. Participam, além de policiais militares ambientais de MS, mais policiais ambientais do Paraná, Santa Catarina, Goiás, Tocantins, Roraima e Maranhão.
Participam ainda um Técnico em Laboratório da Universidade Estadual de MS, do campus de Mundo Novo, um funcionário da Fazenda Green Farm e uma médica veterinária.
Hoje pela manhã, os alunos conheceram os trabalhos de recuperação de áreas degradas, de Educação Ambiental e de conservação da fauna silvestres que a Fazenda Green Farm CO2 Free executa. Estiveram no viveiro de mudas nativas e no Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (CRAS), que a fazenda mantém, em parceria com o CRAS de Campo Grande. Também pela manhã participaram da aula teórica sobre taxidermia. No início da tarde começaram as aulas práticas.

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Luiz Henrique Elias

O curso é ministrado pelos Policiais Militares Ambientais (taxidermistas) da PMA/MS CB PM Vilson, CB PM Souza e CB PM Celso.

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DA POLÍCIA MILITAR AMBIENTAL – PMMS
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