Conheça espécies de animais em que a fêmea quebra os padrões tradicionais e assume papeis originais
Hoje, 8 de março, comemora-se o Dia Internacional da Mulher, que chega para reconhecer o valor da luta pela igualdade de gênero. Há quem diga que coisa de mulher é cuidar dos filhos, alimentar ou tomar conta da casa. A independência feminina caminha a passos curtos e ainda falta muito para que a sociedade reconheça a força e o direito de ir e vir das mães, irmãs, esposas, namoradas ou amigas.
Você sabia que até mesmo dentro do reino animal existem espécies que contradizem o estereótipo de “bela, recatada e do lar”? Muitos bichos quebram o paradigma e enfrentam a troca de papéis. No caso do Jaçanã, por exemplo, cabe ao macho chocar os ovos e cuidar dos filhotes e à fêmea de perpetuar a espécie.
Os macacos bonobo são outro modelo que desobedece a ordem tradicional e costumam viver em grupos liderados por fêmeas. Isso também acontece no caso dos suricatos, que além de serem coordenados pelas meninas do bando, são elas que comandam seus companheiros em busca de novos refúgios e nos conflitos de territórios com outros grupos da mesma espécie.
O 8 de março representa a luta de todas as mulheres por igualdade de direitos na política, no emprego, na segurança e, principalmente, no direito de ir e vir quando e como achar melhor. Os exemplos citados acima são apenas algumas amostras de casos que evidenciam que lugar de mulher é onde ela quiser, inclusive dentro da natureza.
Cidade do interior de São Paulo confirma novo óbito de primata
Durante os primeiros meses de 2017, o número de casos de febre amarela aumentou drasticamente no Brasil e causou mortes em homens e animais. Os estados mais afetados pela doença são Minas Gerais, Espírito Santo e São Paulo, fato que não descarta o alerta para as demais cidades do país.
Segundo o ministério da saúde, casos confirmados chegam a 396, mas a investigação aproxima-se de mil suspeitos. Já são contabilizadas 134 mortes humanas relacionadas à doença e cinco óbitos de macacos. Tais motivos levaram o Governo Brasileiro a tomar medidas emergenciais e criar campanhas de vacinação incisivas nas áreas mais infectadas do território nacional.
A febre amarela é transmitida apenas pela picada do mosquito e a pessoa contaminada fica até sete dias com o vírus no corpo em capacidade de disseminação. Os pacientes da enfermidade costumam apresentar sinais por até cinco dias como febre, dores musculares em todo o corpo, dor de cabeça, perda de apetite, náuseas e vômito, olhos, face ou língua avermelhada, fotofobia, fadiga e fraqueza. Entretanto, os sintomas podem se agravar 24 horas após o desaparecimento destes citados acima e comprometer órgãos e sistemas, como fígado e rins.
A vacina A vacina apresenta eficácia acima de 95% e permanece ativa por dez anos. É recomendada para toda população brasileira, sobretudo residentes das áreas de risco ou pessoas que pretendem visitar estes locais, seja dentro ou fora do território verde e amarelo.
Devido ao surto, alguns países estão exigindo que viajantes procedentes do Brasil tenham sido vacinados contra a febre amarela. Até o momento, o Panamá, Nicarágua, Venezuela, Costa Rica, Equador e Cuba são as nações que requerem a precaução para viajantes acima de nove meses de idade.
A vacina é contraindicada para alguns grupos:
crianças com idade menor que seis meses;
pessoas que possuem hipersensibilidade a algum componente da vacina;
portadores de imunodeficiências;
pessoas de risco como gestantes ou que estejam amamentando crianças menores de seis meses e portadores do vírus HIV. Nestes casos, deve-se levar em consideração o risco e o benefício de cada paciente.
A culpa não é do macaco Ao contrário do que muitos pensam, os macacos não estão proliferando febre amarela. Estes animais são vítimas da mesma forma que os humanos e suas mortes evidenciam e alertam que há circulação da doença pela região. A transmissão do vírus acontece pela picada dos mosquitos Haemagogus e Sabethes, geralmente encontrados em regiões silvestres, e pelo famoso Aedes Aegypti, em locais urbanos.
Há biólogos que apostam na teoria de que a propagação da febre amarela está relacionada ao desastre de Mariana. A hipótese sustenta-se no fato dos casos terem aumentado nas regiões que cercam a cidade e, por questões naturais, tornam os animais mais frágeis e suscetíveis a contrair a doença.
Nestes casos, os macacos não passam o vírus para outros seres diretamente. O que acontece é que, a partir dele, assim como em humanos, o mosquito pode picar o primata e, a partir dele, transmitir a febre amarela para demais indivíduos. Isso significa que, da mesma forma que o homem tem sofrido com o surto da doença, os macacos também são afetados.
Segundo pesquisas e estudos, público tende a consumir produtos ou serviços que presam objetivos globais
A demanda pelo consumo consciente bate à porta do brasileiro e torna o “Marketing Verde” pauta das exigências do mercado. A tendência traduz o comportamento do comprador, que se sente responsável não só pelo que está adquirindo, mas também pelos impactos de proporções mundiais.
Reconhecido como Marketing Sustentável, a estratégia coloca em cheque ações corporativas que transformam atitudes de investimento indireto em retorno altamente lucrativo. Em outras palavras, além de contribuir para o meio ambiente, estas práticas replicam em ganho, já que o usuário dá mais valor aos produtos que venham de empresas que se preocupam com o meio ambiente.
Neste quesito, a tática é enfatizar esta responsabilidade e torna-la evidente ao comprador. Assim, a imagem ecologicamente correta estaria associada tanto aos princípios da instituição, quanto aos benefícios e cuidados que o próprio consumidor teria ao obter a marca.
Segundo uma pesquisa recente divulgada pela ONU, 95% dos entrevistados inclinam-se a comprar produtos ligados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Nesta lista, o Brasil aparece no topo do ranking, seguido pela Índia, Argentina, China e África do Sul.
Já a pesquisa realizada pela Mundo do Marketing, revelou que 50% dos brasileiros preferem marcas ligadas à sustentabilidade e à preservação do meio ambiente. Isso se deve ao fato de estarem “sentindo na pele” os reflexos que mudanças climáticas causam no dia a dia. Outro apontamento revelado é que empresas que não tiverem políticas efetivas que visam minimizar impactos ambientais, tendem a ser rejeitadas pelos consumidores.
Um novo estudo realizado neste ano pela Unilever, confirma os dados citados acima e prevê tendência em marcas que transparecem suas ligações sustentáveis, em embalagens e campanhas.
Nosso Parceiro Lightsweet esteve na Greenfarm, onde desenvolve diversas atividades voltadas a preservação do meio ambiente. Na ocasião recebemos Cassia Janaina Carneiro, Josiane Raquel de Moraes Francisco, Ruth Rosa dos Santos e Fábio Henrique Sartori.
A equipe foi vencedora de um concurso na Empresa, cujo objetivo foi desenvolver um mascote para armazenar as pilhas utilizadas e posteriormente realizar o descarte de forma adequada.
Durante a visita, os convidados conheceram os Serviços Ecossistêmicos e as Atividades Sócio ambientais que são parceiros. Entre os locais percorridos estão o Viveiro de Mudas Nativas, Criatório Conservacionista de Animais Silvestres, Lagoa de Piscicultura, SAF (Sistema Agro Florestal), Área de Reflorestamento e Matas Ciliares da Green Farm CO2 Free, que fazem parte da zona de amortecimento do Parque.
A Polícia Militar Ambiental concluiu na tarde da sexta-feira (9) o 5º Curso de Taxidermia (empalhamento) de animais silvestres e Educação Ambiental, que contou com Policiais Militares Ambientais de 11 estados. A formação iniciada no dia 30 de novembro e encerrada na sexta-feira (9) visa preparar os policiais para aproveitamento de animais atropelados, ou que morrem nos Centros de Reabilitação de Animais Silvestres, fazendo Taxidermia e os utilizando em oficinas de educação ambiental, em especial em escolas públicas e privadas, para discutir os problemas relacionados à fauna.
Objetiva também à troca de experiências entre as Polícias Ambientais sobre os tipos de trabalhos de Educação Ambiental que cada Unidade está executando em seu Estado, com a finalidade de qualificar e melhorar este trabalho tão fundamental para a minimização dos crimes e infrações ambientais. A ideia deste tipo de trabalho de Taxidermia é montar museus itinerantes de educação ambiental para serem atrativos didáticos às crianças e adolescentes, para se discutir as razões que levaram àqueles animais a estarem mortos e não na natureza. Trata-se de uma forma bastante didática, que tem fundamentado e tornado os trabalhos na área de Educação da Polícia Militar Ambiental extremamente requisitados, até porque, o museu de fauna itinerante é somente uma das oficinas utilizadas nos trabalhos. O Curso ocorreu pelo terceiro ano consecutivo na fazenda Green Farm CO2 Free, em Itaquiraí. Participaram 24 Policiais de 11 Estados: Rio de Janeiro, Piauí, Sergipe, Paraná, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Amazonas, Alagoas, Paraíba e Mato Grosso do Sul. Durante o curso foram confeccionados 52 animais silvestres, que comporão os trabalhos de Educação Ambiental da PMA. O curso foi ministrado pelos Policiais Militares Ambientais (taxidermistas) CB PM Vilson e SGT PM Celso e SGT PM Souza, além do Tenente Coronel Queiroz (Doutor em Ecologia).
Recepcionamos na Greenfarm acadêmicos e Professores da UFMS – Campus de Campo Grande – MS, para visita técnica nos locais que auxiliam na manutenção dos serviços ecossistêmicos oferecidos pelo empreendimento.
Foto: Luana Campos
Além da visita técnica foi ministrado treinamento composto de aula teórica e prática, sendo ministrado por professores da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), Prof. Drº Ednilson Paulino Queiroz (Especialista em pericia ambiental) e pela Prof.ª Drª Claudia G. Vianna Bachi (Especialista em solos), treinamento oferecido para acadêmicos do 4º e 5º ano do curso de Engenharia Ambiental da UFMS Câmpus de Campo Grande – MS. Tendo como conteúdo a disciplina de pericia ambiental em pescado, carvão, carne de animais silvestres e madeira e palestra sobre Indicadores e índices de qualidade ambiental, VSA-FAST, Método FAO/UNESCO de Avaliação de qualidade ambiental e Avaliação da qualidade do Solo em SAF’s sob os manejos realizados na propriedade. Foi solicitado alguns relatórios, dentre eles os professores solicitaram aos acadêmicos que realizassem uma pericia ambiental nas matas ciliares dos Rios Amambaí e Paraná, verificando também o avanço do assoreamento do Rio Paraná.
Nosso Parceiro Arisp esteve na Greenfarm, onde desenvolve diversas atividades voltadas a preservação do meio ambiente e mantém a Floresta dos Registradores. Na ocasião recebemos Graziela Castro e Jean Bezerra.
Durante a visita, os convidados conheceram os Serviços Ecossistêmicos e as Atividades Sócio ambientais que são parceiros. Entre os locais percorridos estão o Viveiro de Mudas Nativas, Criatório Conservacionista de Animais Silvestres, Lagoa de Piscicultura, SAF (Sistema Agro Florestal), Área de Reflorestamento e Matas Ciliares da Green Farm CO2 Free, que fazem parte da zona de amortecimento do Parque.
Na oportunidade os convidados acompanharam uma turma de acadêmicos de engenharia ambiental da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), que estavam no empreendimento participando de um treinamento com aulas teóricas e praticas ministradas pelos professores Drº Ednilson Paulino Queiroz e pela Prof.ª Drª Claudia G. Vianna Bachi.
Recepcionamos esta semana (12/12/2016), o Sr Paulo José Diniz Jr e Honório Marcos Machado, representantes do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), os mesmos foram recepcionados por Marcelo Mammana da Greenfarm, a visita é referente ao trabalho que o IBGE esta desenvolvendo de levantamento em propriedades rurais da região, cujo objetivo é identificar as atividades desenvolvidas nas fazendas.
Nasceu mais um filhote de Anta no Criatório Conservacionista de Animais Silvestres da Green Farm CO2 Free. O Animal, uma fêmea da Espécie Tapirus terrestris, é o 4º a nascer no Criatório, A Anta faz parte do Projeto que tem como objetivo reintroduzir na natureza animais em risco de extinção, o trabalho de criação e soltura da espécie Tapirus terrestris é em parceria com o PROANTA (Programa de Proteção e Preservação da Anta no Estado de Mato Grosso do Sul), cujo objetivo é ampliar as bases de estudos para melhor conhecimento da Anta Brasileira no Estado do Mato Grosso do Sul. Definindo assim, as prioridades para a sua proteção e preservação.
A anta: A Anta Brasileira, Anta Sul-Americana ou Anta de Terras Baixas (Tapirus terrestris), é um mamífero da Família Tapiridae, Ordem Perissodactyla, o qual se encontra atualmente listado pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN – International Union for the Conservation of Nature) como “Vulnerável à Extinção” nas categorias A1cd+2c+3c (IUCN/SSC Red List Assessment 2007). No Brasil, apesar de não constar da lista nacional de espécies ameaçadas de extinção (IN do MMA – Ministério do Meio Ambiente (03, 2003), a Anta Brasileira é reportada em seis das sete listas Estaduais. Apenas no Estado do Pará não é considerada como ameaçada de extinção. Nos Estados de Minas Gerais e Rio Grande do Sul está registrada como “Criticamente Ameaçada” e nos Estados do Paraná, São Paulo, Espírito Santo e Rio de Janeiro na categoria de “Em Perigo”, sendo que no Município do Rio de Janeiro é considerada como “Extinta”. A distribuição geográfica da espécie estende-se por basicamente toda a América do Sul a leste dos Andes, desde a Venezuela até o nordeste da Argentina e Paraguai. Os países onde a espécie ocorre são Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Paraguai, Peru, Suriname e Venezuela. As outras três espécies do gênero Tapirus são a Anta Centro americana (T. bairdii) que ocorre na América Central, México e noroeste da América do Sul (norte da Colômbia); a Anta da Montanha (T. pinchaque) queocorre na região andina da Colômbia, Equador e Peru; e a Anta Malaia ou Asiática (T.indicus) que ocorre na Indonésia, Malásia, Tailândia e Burma, no sudeste da Ásia (Brookset al. 1997; Medici et al. 2000; Medici 2001).
Policiais Militares Ambientais (PMA) de Mundo Novo – MS foram acionados por Policias do Departamento de Operações de Fronteira (DOF), em razão de transporte ilegal de jacarés vivos e carne do animal, os jacarés vivos encontrados em uma saca plástica, após resgatados pelos policiais os animais foram encaminhados ao C.C.A.S. da Greenfarm, Técnicos do Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (CRAS) decidirão sobre remoção ou soltura dos jacarés.
A Lightsweet Indústria de Alimentos, parceira da Greenfarm CO²Free, onde desenvolve diversos serviços voltados a preservação do meio ambiente, foi condecorada nesta quarta-feira (15), com o certificado Selo Clima Paraná Bronze, a empresa foi reconhecida pelo Estado por aderir ao Registro Público de Emissões de Gases do Efeito Estufa e adotar esforços para reduzir o impacto ambiental de suas operações. Esta foi a primeira entrega de selos do ano às empresas que repassaram, voluntariamente, à Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, dados de mitigação de gases do efeito estufa. A solenidade foi na sede da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), em Curitiba.
O selo O selo é um registro público de adesão voluntária que tem como principal objetivo estimular as empresas a publicarem inventários de emissões de gases de efeito estufa, que contribuem para mudanças climáticas. As informações repassadas pelas empresas são referentes a 2016. A certificação é dividida em quatro categorias: Ouro Plus, Ouro, Prata e Bronze. Desta vez, receberam o selo a Alltech do Brasil Agroindustrial, sede Araucária; Alltech do Brasil Agroindustrial, sede São Pedro do Ivaí; Bemis do Brasil Indústria e Comércio de Embalagens; CCR Rodonorte; Grupo O Boticário; LightSweet Indústria de Alimentos; SLB do Brasil Projetos Florestais.
A equipe do Sicoob Arenito conheceu a Green Farm CO2 Free, e a visita foi um sucesso! Na ocasião, recebemos o Presidente Waldir Campana, a Diretora Célia Furlanetto e os Gerentes Flávio Ferraresi, Lilian Monteiro, Veridiana Pavani, Fábio Viar, Edinei Inácio, Jair Crespo e Antonio Di Rico, acompanhados de seus cônjuges, Marivone Campana, Michele Ferraresi, Nilton Monteiro, Daniel Pavani, Marcilene Viar e Elisângela Inácio. A equipe marcou presença aqui na fazenda e puderam avaliar de perto o maior empreendimento de sustentabilidade do mundo e todos os serviços prestados em prol de um mundo melhor e mais sustentável.
Durante a visita, os representantes do Sicoob Arenito conheceram os serviços ecossistêmicos e as atividades sócio ambientais desenvolvidas pela Green Farm CO2 Free. Entre os locais percorridos estão o Viveiro de Mudas Nativas, Criatório Conservacionista de Animais Silvestres, Lagoa de Piscicultura, SAF (Sistema Agro Florestal), Área de Reflorestamento. E a bordo da Chalana Ecológica puderam conhecer o Parque Nacional de Ilha Grande e as matas ciliares da Green Farm CO2 Free, que fazem parte da zona de amortecimento do Parque.
A Ziober Brasil e a Green Farm CO2 Free são parceiras na busca por mundo melhor, mais saudável e sustentável. A empresa atua no ramo da metalúrgica desde 1930 e é pioneira no segmento de Academias ao Ar Livre, com a missão de gerar saúde e bem-estar.
A Ziober Brasil esteve no empreendimento GreenFarm, conhecendo todos os serviços de sustentabilidade que prestamos ao meio ambiente. Recebemos na visita os senhores Paulo Ziober Junior, Silvana de Oliveira Ziober, Bruna de Oliveira Ziober Medeiros, Pedro Henrique Ziober, Paola de Oliveira Ziober, Caroline de Oliveira Ziober, Clayton Domenes Medeiros, Filipe Ziober Medeiros, Ana Paula Nardão de Lucena, Hugo Carlone e Ester Schimidt Carlone. Embarcados na Oriba, realizamos um passeio pelos rios Amambai e Paraná e a parceira Ziober conheceu de perto o Parque Nacional da Ilha Grande. Visitaram também o CCAS, Viveiro de Mudas, SAF. Puderam contribuir diretamente no reflorestamento, colocando a “mão na massa” no plantio de árvores nativas.
Recebemos alunos do curso de Agronomia da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados), os alunos acompanhados da Professora Silvia Santos conheceram os serviços ecossistêmicos e as atividades sócio ambientais desenvolvidas pela Green Farm CO2 Free. Entre os locais percorridos estão o Viveiro de Mudas Nativas, Criatório Conservacionista de Animais Silvestres, Lagoa de Piscicultura, SAF (Sistema Agro Florestal), Área de Reflorestamento. E a bordo da Chalana Ecológica puderam conhecer o Parque Nacional de Ilha Grande e as matas ciliares da Green Farm CO2 Free, que fazem parte da zona de amortecimento do Parque.