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Estudante inicia estágio supervisionado na Greenfarm

Estudante do Curso de Técnico em Agronegócio oferecido pela EFAITAQ (Escola Família Agrícola de Itaquiraí), iniciou hoje (21/03/2016) seu estágio supervisionado na Greenfarm. O estudante Marcos Vinicius ficará 9 semanas nas dependências da Greenfarm cumprindo estágio supervisionado pelo Médico Veterinário Luiz Samartano e Professora Cicera Brito.

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SEJA UM ECO VOLUNTÁRIO

Agora você pode ajudar na conservação do meio ambiente participando da preservação de espécies ameaçadas, recompondo corredores de biodiversidade com plantio de árvores, soltando peixes nos rios e promovendo a Educação Ambiental de crianças sendo um Eco voluntário aqui na Associação CO2FREE !!

PROGRAMA SEMANA ECO VOLUNTÁRIO:

• Tempo de permanência no Eco voluntariado: 5 dias (segunda a sexta).

• Fornecimento de Certificado de Eco – Voluntário de 40 horas.

• Valor total (5 dias) = R$ 950,00 (sendo R$ 500,00 o valor de doação feito para a Associação CO2 Free e R$ 450,00 para custos da estadia)
PROGRAMA FINAL DE SEMANA ECO – VOLUNTÁRIO

• Tempo de permanência no Eco voluntariado: 2 dias (Sábado e Domingo).

• Valor total (2 dias) = R$ 600,00 (sendo R$ 500,00 o valor de doação feito para a Associação CO2 Free e R$ 100,00 para custos da estadia)

• Valor inclui: hospedagem, alimentação (café da manhã, almoço, jantar), passeios de balsa, internet wifi banda larga durante toda permanência na fazenda.

• É oferecido transfer gratuito para os Eco Voluntários da Rodoviária de Umuarama/PR (Ida e Volta) Consulte-nos sobre outras opções de transfers. (Opções – Maringá/PR, Dourados/MS)

Por favor, nos avise qual será o meio de transporte escolhido para que nossa equipe se prepare! Se houver alguma dúvida é só entrar em contato conosco que iremos lhe auxiliar em relação a logística e outras informações.
Durante sua participação no projeto você realizará as seguintes atividades:
· Auxiliar no preparo da alimentação dos animais;

· Auxiliar no tratamento de recuperação dos animais;

· Auxiliar na limpeza dos recintos dos animais;

· Acompanhar a rotina dos animais, sob supervisão de profissionais especializados;

· Auxiliar no Viveiro de Mudas, produzindo diversas mudas de espécies nativas e frutíferas;

· Auxiliar na produção de hortaliças e vegetais usados na fazenda;

· Auxiliar na manutenção das lagoas de Piscicultura;

· Auxiliar no plantio de árvores em áreas de reflorestamento e recomposição florestal, contribuindo para restabelecer os Corredores de Biodiversidade;

· Auxiliar a receber crianças no programa de Educação Ambiental CO2FREE monitorando as turmas durante as visitas;

· Auxiliar no manejo de espécies domesticas como bovinos e equinos;

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Gazin, sempre fazendo o melhor pelo meio ambiente

Todos nós somos responsáveis pelo impacto de nossas ações no meio ambiente, neste contexto em que a preocupação com a sustentabilidade é a palavra de ordem, a Gazin saiu na frente, agindo dentro e fora de suas fronteiras para amenizar os impactos já causados pelas cadeias produtivas e/ou para minimizar os danos futuros.

Além de realizar ações de educação ambiental (soltura de peixes e reflorestamento) pelos estados onde possui lojas, a Gazin realiza a coleta seletiva e o tratamento de resíduos químicos, e é parceira da Greenfarm CO²Free, onde preserva uma área verde natural, onde desenvolve varias atividades visando à preservação do meio ambiente.

Gazin levanta a quantidade de emissões de gases do efeito estufa, sob supervisão da Greenfarm para que suas emissões sejam reduzidas e neutralizadas, através de elaboração de inventário de emissões para neutralização através do Empreendimento Greenfarm CO2Free.

Na Greenfarm a Gazin colabora para a manutenção de um Criatório Conservacionista de Animais Silvestres, que visa à recepção, tratamento e a soltura de diversos animais. O C.C.A.S. Conta com profissionais especializados garantindo assim o bom funcionamento do complexo.

Os animais são tratados e monitorados até atingirem o estágio necessário para serem soltos em seu habitat natural, soltura realizada na Greenfarm pelo CRAS/IMASUL (Centro de Reabilitação de Animais Silvestres – Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul).

Além de desenvolver em Douradina – PR o Projeto “O Rio tá pra peixe” (Programa voltado ao aumento de peixes no Rio das Antas), a Gazin contribui na Greenfarm para o programa voltado ao aumento de peixes nos Rios Paraná e Amambaí, com utilização de matrizes nativas da Bacia do Rio Paraná (Pacu e Piauvuçú).

Contribui também para o funcionamento de um viveiro de mudas nativas, mudas destinadas para o reflorestamento e reforço florestal, viveiro que conta com programa de coleta, identificação e seleção, garantindo a formação de um importante banco de Germoplasma (que identifica os indivíduos de melhor desenvolvimento e multiplica esta genética das diversas espécies). Além disso a Gazin contribui para diversas outras atividades, confira: Clique aqui!

Colaboradores Gazin na Greenfarm.

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Colocamos em prática o Projeto de Arquitetura Florestal da Selva Paranaense

Em 2015 nosso Engenheiro Florestal DRº Eder Zanetti deu inicio ao Projeto de Arquitetura Florestal da Selva Paranaense, realizou inventário florestal nas margens dos Rios Amambaí e Paraná, para identificar as espécies e a quantidade de carbono que as mesmas estão neutralizando e calculo da área, e hoje (30/03/2016) iniciamos o reforço florestal com o plantio das árvores nativas.

Arquitetura Florestal é a arte e ciência de construir florestas mais confortáveis e produtivas. Os múltiplos usos das florestas aliados a noção de design fazem surgir, ressurgir e emergir aspectos cênicos que combinam a necessidade de produção com a satisfação particular de bem-estar. A Green Farm acredita nisto e seu pessoal trabalha para difundir esta nova prática de preservação da natureza que inclui o homem como elemento essencial. A Green Farm acredita que florestas bem desenhadas e trabalhadas para refletir o espírito do local onde estão localizadas, tem maiores chances de sobreviver e se sustentar no planeta, hoje e no futuro.

A equipe da Green Farm está trabalhando em sua segunda proposta de Arquitetura Florestal, agora com foco na Floresta Atlântica de Influência Fluvial FAIF do Rio Paraná, no Corredor Internacional de Biodiversidade daquela bacia. A FAIF tem uma composição florística particular e sua capacidade de atrair e cativar as pessoas para o que um dia foi a “Selva Paranaense”. Esta “Selva” que se encontrava no passado ao longo de todo o trajeto do Rio, especialmente na parte que cruza o complexo conhecido como Parque Nacional de Ilha Grande, foi modificada pela ação do homem, notadamente a construção da rodovia BR 487 e de Itaipu. Para trazer de volta a “Selva Paranaense” para as margens dos rios da região, a Green Farm iniciou um projeto modelo de “Arquitetura Florestal da Selva Paranaense”.

O trabalho inclui três postos de observação cênica, inventário florístico, produção de mudas de espécies selecionadas, plantio e replantio, monitoramento e condução da vegetação e do conjunto de beleza cênica da vegetação. Os pontos de observação cênica foram escolhidos pela sua localização em relação à percepção humana dos itens que compõe a paisagem da FAIF da Selva Paranaense, notadamente a margem dos rios, as árvores grandes e a vegetação de sub-bosque. A margem dos rios representa uma comunhão perene entre as árvores e a água, com benefício para ambos. As árvores grandes são os elementos fundamentais da Selva Paranaense, que dão contorno e significado a noção paisagística desta formação vegetal. A vegetação do sub-bosque fornece alimentos, fibras, óleos, madeira e completa o contorno do design, preenchendo vazios com esverdeante luxúria.

As demais etapas da silvicultura diferenciam-se apenas no quesito seleção de indivíduos e plantio, que não foca unicamente nas características produtivas ou culturais das plantas, mas também no conjunto cênico que elas podem formar. O conjunto cênico inclui diversificação dos pontos de visão, tanto por dimensões como por combinações de cores e tons, dando movimento a paisagem ao longo do tempo. É esta junção de fatores que será monitorada ao longo dos anos para referendar o conjunto de beleza cênica da vegetação.
Em tempos de crise hídrica, quando cresce a preocupação da sociedade com os limites do consumo, o projeto de Arquitetura Florestal da Selva Paranaense é um demonstrativo de que o homem pode crescer preservando. A Green Farm demonstra ainda que conservação é um negócio e, como todo negócio, para ser sustentável precisa se reinventar todo o tempo. O negócio da conservação da água do Rio Paraná precisa ser reinventado, a Green Farm está dando a sua sugestão. Além de mensurar a beleza cênica, a Green Farm gerencia o carbono, água, biodiversidade, habitat, polinizadores, educação ambiental, Pesquisa & Desenvolvimento e recreação – múltiplas atividades voltadas para reforçar a preservação da área
A Green Farm e seus associados mostram a todos este projeto e o esforço de conservação que vêm fazendo, em benefício da sociedade e do planeta, para que os serviços ecossistêmicos sejam reconhecidos, remunerados e preservados para as gerações futuras.

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Estamos caminhando para a segunda safra do café plantado na Green Farm

Estamos caminhando para a segunda safra do café plantado na Green Farm, o café é plantado em consórcio com o eucalipto, modelo de SAF do Projeto de Pesquisa e Desenvolvimento da Green Farm, Além do café temos o plantio de Erva mate, Palmito Pupunha, Cacau, Pimenta do reino e Canela no mesmo modelo, em consórcio com o eucalipto.

Primeira colheita, realizada no ano de 2015

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Veja como a Quimicryl contribui para o meio ambiente na Greenfarm

Associada a Greenfarm desde o ano de 2014, a Quimicryl desenvolve varias atividades voltadas a preservação do meio ambiente, assume na Greenfarm a preservação de uma área verde de 46.500 m², dentro do empreendimento que está localizado ao lado do Parque Nacional de Ilha Grande/PR.

Módulo de preservação e coordenadas centrais geodésicas WGS 84:
LOTE COORDENADAS UTM SAD-71 COORDENADAS WGS 84
(E) (N) (S) (W)
01 (203837878) (7411840427) (-23º22’36.39074″) (-53º53’51.54195″)

CONFIRA O RELATÓRIO DE SUSTENTABILIDADE QUIMICRYL

A Quimicryl busca o aprimoramento contínuo desenhando métodos mais eficientes, ambiental e socialmente para oferecer seus produtos e serviços, ao desenvolvê-los de modo a solucionar problemas sociais, ambientais ou éticos. Obteve, com isso, resultados tangíveis, como indica a boa avaliação por parte de seus clientes.

Possui procedimento interno definido para a elaboração do relatório de sustentabilidade, além de envolver os públicos internos e externos nesse processo. Os dados do relato, analisados pela alta administração da empresa, abordam aspectos econômicos, sociais e ambientais.

Contribui para o funcionamento de um viveiro de mudas nativas para o reflorestamento e reforço florestal, viveiro que conta com programa de coleta, identificação e seleção, garantindo a formação de um importante BANCO DE GERMOPLASMA (que identifica os indivíduos de melhor desenvolvimento e multiplica esta genética das diversas espécies), mudas destinadas também à educação ambiental.

Contribui também para a manutenção de um Criatório Conservacionista de Animais Silvestres que visa à recepção, tratamento e a soltura de diversos animais silvestres.

Contribui para o Programa voltado ao aumento de peixes nos Rios Paraná e Amambaí, onde cerca de 1.000.000 de peixes são soltos todos os anos nesses Rios, peixes da espécie Pacú e Piauvuçu, com índice de sobrevivência altíssimo observado na soltura. Ainda presta diversos outros serviços ecossistêmicos como sequestro de carbono, filtragem e retirada de poluentes da água e manutenção de paisagens com beleza cênica rara e inspiradora, confira: QUIMICRYL

Equipe Quimicryl em visita as atividades na Greenfarm

Site Quimicryl
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Tapirus, do Oligoceno à atualidade

Atualmente a família Tapiridae possui apenas um único gênero Tapirus, que é composto por cinco espécies T. terrestris, T. pinchaque, T. bairdii, T. indicus e T. kabomani recentemente descoberta. Das cinco espécies sobreviventes de Tapirus, duas estão presentes no Brasil, T. kaboni na Amazônia e T. terrestris com uma larga distribuição no território nacional.

Os indivíduos do gênero Tapirus são conhecidos como dispersores de sementes  e por isso são considerados importantes na preservação e reconstrução de hábitats (Brooks et al., 1997).

O fóssil mais antigo do gênero Tapirus se encontra na Europa e é datado para o período do Oligoceno. O gênero aparece pela primeira vez na América do Norte  no Mioceno e na América no Sul no Plio-Pleistoceno com a formação do Istmo do Panamá.

As espécies T. terrestris e T. pinchaque possuem sequência de dna mitocondrial do gene citocromo c oxidase subunidade II e do gene 12S rRNA muito semelhantes o que sugere que as duas espécies descendem de uma única linhagem de Tapirus que migrou para o sul durante o Grande Intercâmbio Americano (Norman e Ashley, 2000)

Das cinco espécies de Tapirus existentes atualmente, T. terrestris é a que possui a maior distribuição geográfica, ela ocupa ambientes de floresta e cerrado que vão dos Andes no Peru até o norte da Argentina. A espécie T. terrestris pode ocupar ambientes de cerrado, semi-árido e florestas deciduais, mas preferencialmente próximo a corpos d’água e de ambientes flúvio lacustres (Holanda, 2007).

As populações para qual já se conhece a filogeografia demonstram que as populações de T. terrestris foram fragmentadas, isoladas e após esses eventos expandiram-se. Hoje são reconhecidos seis haplogrupos para a espécie (Ruiz-García et al., 2015). A espécie tem uma alta variabilidade genética conforme trabalhos com genes mitocondriais (Ruiz-García et al., 2015 ) e marcadores nucleares de microssatélites (Pinho, 2011).

Alguns autores como Thoisy et al., 2010 e  Ruiz-García et al., 2015  já estudaram a filogeografia das espécies de Tapirus na América do Sul incluindo a T. terrestris.  Porém todos estudos filogeográficos feitos com as populações brasileiras desta espécie até o momento,  utilizaram somente populações do norte do país, deixando uma lacuna na história filogeográfica das populações brasileiras mais ao sul. Estas populações são importantes para contar a história da espécie pois são as mais distantes do provável local de surgimento da espécie,  o noroeste da Amazônia, com o Rio Amazonas sendo parte de uma barreira ao fluxo gênico e para a dispersão da espécie (Thoisy et al., 2010;  Ruiz-García et al., 2015).

A anta, ou tapir, do tupi “boi da floresta” possui uma história de vida longa. Seus antepassados cruzaram continentes e se dispersaram pelo mundo todo. Hoje, restam poucos sobreviventes, T. terrestris é um deles, é o maior mamífero do Brasil e um dos poucos grandes herbívoros restantes após eventos que extinguiram a maior parte da megafauna. A jardineira das florestas possui uma simpatia única, não consta ainda como ameaçada de extinção. Mas esforços não devem ser medidos na sua preservação pois seu papel ecológico é insubstituível e responsável por equilibrar florestas e cerrados.

Bruna E. Szynwelski, graduanda em Ciências Biológicas

Referências:

BROOKS, D. M.; BODMER, R.E. & MATOLA, S. (ed.) (1997). Tapirus-Status Survey and Conservation Action Plan, IUCN, Gland, Switzerland and Cambridge, vii+164pp.

HOLANDA, E.C. (2007). Os Tapiridae (Mammalia, Perissodactyla) do Pleistoceno Superior do Estado de Rondônia, Brasil. Tese de Mestrado. Programa de Pós Graduação em Geociências, Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

NORMAN J, ASHLEY M. (2000). Phylogenentics of peryssodactyla and tests of the molecular clock. J Mol Evol 50:11–21.

PINHO G. M. (2011). Comportamento social  de antas (Tapirus terrestris): relações de parentesco em uma paisagem fragmentada. Tese de Mestrado Programa de Pós-graduação em Ecologia, INPA.

RUIZ-GARCÍA, M. ET AL. (2015). Phylogeography and spatial structure of the lowland tapir (Tapirus terrestris, Perissodactyla: Tapiridae) in South America. Mitochondrial DNA, Early Online: 1–9.

THOISY B, GONCALVES DA SILVA A, RUIZ-GARCÍA M, TAPIA A, RAMIREZ O, ARANA M, QUSE V, ET AL. (2010). Population history, phylogeography, and conservation genetics of the last Neotropical mega-herbivore, the Lowland tapir (Tapirus terrestris). BMC Evol Biol 10:278–95.

Fonte: PROANTA

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