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Recebemos a visita do auditor independente da plataforma de negócios e bens de serviços ambientais e ecossistêmicos

Recebemos a visita do auditor independente da plataforma de negócios e bens de serviços ambientais e ecossistêmicos o técnico ambiental Miguel Jose Stadler de Amorim que esteve verificando três projetos de credito de carbono florestal da Greenfarm, o Projeto de reflorestamento de eucaliptos, o Projeto de reflorestamento de espécies nativas de Arquitetura florestal “assinatura geográfica” e o Projeto de redução das emissões de degradação e de desmatamento “Selva Paranaense” da Greenfarm, o auditor também fez a verificação do primeiro período de monitoramento do projeto de reflorestamento de eucaliptos, atestando e verificando 4.522 toneladas que foram sequestradas e estocadas nas plantações da Greenfarm no período de 2010 à 2015, o projeto de redução do desmatamento foi vistoriado pelo auditor que validou 416.000 toneladas que estão sendo produzidas e devem estar sendo produzidas no período de 2017 a 2054 em 703 hectares de floresta atlântica degradada que esta sendo recuperada e tornada altamente produtiva dentro da Greenfarm, finalmente o auditor validou 8100 toneladas do projeto de reflorestamento com espécies nativas são 33 espécies nativas “assinatura geográfica da Greenfarm”, os dois projetos com espécies nativas, o reflorestamento de espécies nativas e a redução da emissão de degradação em desmatamento utilizam um conceito de designe florestal para produzir projetos de arquitetura florestal mais uma inovação do Projeto Greenfarm.

Durante a estadia do auditor ocorreram 5 treinamentos na Greenfarm que foram gravados e estarão disponíveis on line na plataforma de treinamento a distancia que o projeto vai disponibilizar, treinamento sobre como implantar uma plataforma de negócios, treinamento sobre como realizar um inventário de gás do efeito estufa, treinamento sobre como gerar créditos de carbono de reflorestamento de eucalipto, treinamento sobre como gerar créditos de carbono de redução do desmatamento e degradação florestal em áreas de florestas nativas degradadas.

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Sicoob Metropolitano na Greenfarm

Nosso Parceiro Sicoob Metropolitano esteve na Greenfarm, onde desenvolve diversas atividades voltadas a preservação do meio ambiente e mantém sua área verde preservada. Na oportunidade eles conheceram os locais realizando passeio ciclístico pelas paisagens do Empreendimento.

Durante a visita, os convidados conheceram os Serviços Ecossistêmicos e as Atividades Sócio ambientais que são parceiros. Entre os locais percorridos estão o Viveiro de Mudas Nativas, Criatório Conservacionista de Animais Silvestres, Lagoa de Piscicultura, SAF (Sistema Agro Florestal), Área de Reflorestamento e Matas Ciliares da Green Farm CO2 Free, que fazem parte da zona de amortecimento do Parque.

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E o trabalho rendeu frutos

Em dezembro de 2016, nosso médico veterinário Dr. Luiz Samartano e equipe montou um laboratório para a produção de alevinos, estes alevinos serão recriados em recintos específicos até atingirem a idade juvenil, que então serão soltos nos rios do entorno do Projeto Greenfarm. (Paraná e Amambaí)

Este trabalho teve como objetivo, projetar e operacionalizar um sistema de produção de peixes “in loco”; inicialmente foram produzidos alevinos da espécie Piaractus mesopotamicus (Pacú), que posteriormente serão soltos, sendo que o principal objetivo do programa é o de acrescer o numero de indivíduos (reforço de espécies) nos rios e córregos da região.

Inicialmente utilizou-se a espécie “Pacu”, visto esta ser omnívora e não predadora plenamente adaptada ao bioma dos rios da região, o resultado foi satisfatório, produzindo uma significativa quantidade de alevinos.

Utilizou-se para a produção dos alevinos, matrizes dos próprios rios a que serão soltos os alevinos, mantendo-se assim a composição genética da espécie.

A Greenfarm realiza a soltura de peixes desde o ano de 2011, já tendo sido soltos exemplares das espécies Pacu (Piaractus mesopotamicus) e Piavuçu (Leporinus macrocephalus).

O projeto parte agora, para uma segunda etapa, com objetivo de desenvolver um estudo da viabilidade da produção e soltura de outras espécies que correm risco de extinção no bioma da região, em especial a Piracanjuba (Brycon nattereri).

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DA GREENFARM CO2FREE

Luiz Henrique Elias – luizhenrique@greenfarmco2free.com.br

Silvia Indrigo – silvia@greenfarmco2free.com.br

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Como tornar os bloquinhos mais sustentáveis

Folia, samba e sustentabilidade! Deixe essa festa em par com o meio ambiente

O Carnaval chegou e já terminou, mas os bloquinhos continuam! E com eles todas as cores, fantasias, diversão e muito samba no pé. Apesar da época ser de grande festividade, caminha ao lado de situações não tão alegres para o meio ambiente. Inúmeras latinhas e restos de materiais ficam espalhados pelas ruas e mares. Até mesmo o glitter prejudica a natureza, sem contar a ambição pela fantasia da moda.

Pensando nisso, a Green Farm separou algumas dicas de como aproveitar – e muito – o feriado e ainda sim ser sustentável. Basta adaptar alguns hábitos, manter a diversão e ser criATIVO. Veja abaixo:

1 – Brilhe junto à natureza!

Que tal colorir seu carnaval sem agredir o meio ambiente? Brilhe com glitter sustentável! Apesar de minúsculo, o glitter é geralmente feito de copolímeros de plástico e folículos de alumínio e, quando eliminados, por exemplo no banho, poluem ruas e oceanos. Mas como ficar sem brilhar em pleno Carnaval?! De fato, Carnaval sem brilho não é uma opção. Por isso, uma das alternativas é o “glitter caseiro”.

Para fazer, basta sal e corante de alimentos. Coloque o sal em um potinho e misture aos poucos a tinta até atingir o tom desejado e espere secar por algumas horas. Prático não? Confira mais dicas de como prepará-lo aqui.

2 – Lugar de lixo é no lixo!

Depois de cada bloquinho de rua, os jornais estampam imagens de ruas tomadas por latinhas e lixo. A quantidade de pessoas é imprevisível e pode superar qualquer expectativa ou planejamento. No último sábado (18), por exemplo, o Bloco Casa Comigo, em São Paulo, reuniu cerca de 700 mil pessoas, segundo a Polícia Militar. Dá pra imaginar a bagunça que se instalou quando a folia acabou?

De fato, com tanta gente em um único espaço, fica difícil se locomover até alguma lixeira. Por isso, que tal levar alguns saquinho de supermercado na bolsa ou na mochila? Assim, até que o recipiente esteja lotado, você se deparará com uma lixeira e poderá se livrar deste “peso” sem sujar por onde passa.

3 – Copo descartável é reutilizável

Apesar do nome “descartável”, os copos de plástico, geralmente usados para folia, não precisam ser jogados fora a cada gole. É importante ressaltar que são esses um dos principais lixos deixados durante a celebração. Que tal levar um copo seu que seja mais resistente e ficar com ele a festa toda? Mesmo que esqueça, lembre-se de utilizar o tal descartável o máximo de vezes possível. Evite desperdício!

4 – Faça sua fantasia!

Carnaval sem fantasia, não é carnaval! Mas será que é necessário comprar uma nova a cada bloco? O Catraquinha separou 25 sugestões de fantasias para fazer com papelão. Criativo, sustentável e barato. Confira as ideias clicando aqui.

5 – Vá de carona ou transporte público

As ruas estão tomadas e o trânsito fica ainda mais caótico durante esta época. Além de facilitar o trânsito e evitar dor de cabeça, dividir o transporte com outras pessoas significa menos carros e, consequentemente, menos emissão de gases poluentes. Veículos comunitários ainda permitem que você se divirta sem preocupação e costumam ser uma solução mais econômica. Uma questão a se pensar, não é mesmo?

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Encontro no 3º GPMA (Grupamento da Polícia Militar Ambiental de Naviraí)

Ontem (02/03/2017), o comandante do 3º GPMA (Grupamento da Polícia Militar Ambiental de Naviraí), Subtenente Ismael Carlos Frais Júnior, ofereceu um jantar no grupamento, com o objetivo de agradecer o apoio recebido dos munícipes e oficiais nos projetos desenvolvidos na região.

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Coisa de mulher ou será coisa de homem? – 8 de março, Dia Internacional da Mulher

Conheça espécies de animais em que a fêmea quebra os padrões tradicionais e assume papeis originais

Hoje, 8 de março, comemora-se o Dia Internacional da Mulher, que chega para reconhecer o valor da luta pela igualdade de gênero. Há quem diga que coisa de mulher é cuidar dos filhos, alimentar ou tomar conta da casa. A independência feminina caminha a passos curtos e ainda falta muito para que a sociedade reconheça a força e o direito de ir e vir das mães, irmãs, esposas, namoradas ou amigas.

Você sabia que até mesmo dentro do reino animal existem espécies que contradizem o estereótipo de “bela, recatada e do lar”? Muitos bichos quebram o paradigma e enfrentam a troca de papéis. No caso do Jaçanã, por exemplo, cabe ao macho chocar os ovos e cuidar dos filhotes e à fêmea de perpetuar a espécie.

Os macacos bonobo são outro modelo que desobedece a ordem tradicional e costumam viver em grupos liderados por fêmeas. Isso também acontece no caso dos suricatos, que além de serem coordenados pelas meninas do bando, são elas que comandam seus companheiros em busca de novos refúgios e nos conflitos de territórios com outros grupos da mesma espécie.

O 8 de março representa a luta de todas as mulheres por igualdade de direitos na política, no emprego, na segurança e, principalmente, no direito de ir e vir quando e como achar melhor. Os exemplos citados acima são apenas algumas amostras de casos que evidenciam que lugar de mulher é onde ela quiser, inclusive dentro da natureza.

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Macacos também estão na lista de mortes causadas pela febre amarela

Cidade do interior de São Paulo confirma novo óbito de primata

Durante os primeiros meses de 2017, o número de casos de febre amarela aumentou drasticamente no Brasil e causou mortes em homens e animais. Os estados mais afetados pela doença são Minas Gerais, Espírito Santo e São Paulo, fato que não descarta o alerta para as demais cidades do país.

Segundo o ministério da saúde, casos confirmados chegam a 396, mas a investigação aproxima-se de mil suspeitos. Já são contabilizadas 134 mortes humanas relacionadas à doença e cinco óbitos de macacos. Tais motivos levaram o Governo Brasileiro a tomar medidas emergenciais e criar campanhas de vacinação incisivas nas áreas mais infectadas do território nacional.

A febre amarela é transmitida apenas pela picada do mosquito e a pessoa contaminada fica até sete dias com o vírus no corpo em capacidade de disseminação. Os pacientes da enfermidade costumam apresentar sinais por até cinco dias como febre, dores musculares em todo o corpo, dor de cabeça, perda de apetite, náuseas e vômito, olhos, face ou língua avermelhada, fotofobia, fadiga e fraqueza. Entretanto, os sintomas podem se agravar 24 horas após o desaparecimento destes citados acima e comprometer órgãos e sistemas, como fígado e rins.

A vacina
A vacina apresenta eficácia acima de 95% e permanece ativa por dez anos. É recomendada para toda população brasileira, sobretudo residentes das áreas de risco ou pessoas que pretendem visitar estes locais, seja dentro ou fora do território verde e amarelo.

Devido ao surto, alguns países estão exigindo que viajantes procedentes do Brasil tenham sido vacinados contra a febre amarela. Até o momento, o Panamá, Nicarágua, Venezuela, Costa Rica, Equador e Cuba são as nações que requerem a precaução para viajantes acima de nove meses de idade.

A vacina é contraindicada para alguns grupos:

  • crianças com idade menor que seis meses;
  • pessoas que possuem hipersensibilidade a algum componente da vacina;
  • portadores de imunodeficiências;
  • pessoas de risco como gestantes ou que estejam amamentando crianças menores de seis meses e portadores do vírus HIV. Nestes casos, deve-se levar em consideração o risco e o benefício de cada paciente.

A culpa não é do macaco
Ao contrário do que muitos pensam, os macacos não estão proliferando febre amarela. Estes animais são vítimas da mesma forma que os humanos e suas mortes evidenciam e alertam que há circulação da doença pela região. A transmissão do vírus acontece pela picada dos mosquitos Haemagogus e Sabethes, geralmente encontrados em regiões silvestres, e pelo famoso Aedes Aegypti, em locais urbanos.

Há biólogos que apostam na teoria de que a propagação da febre amarela está relacionada ao desastre de Mariana. A hipótese sustenta-se no fato dos casos terem aumentado nas regiões que cercam a cidade e, por questões naturais, tornam os animais mais frágeis e suscetíveis a contrair a doença.

Nestes casos, os macacos não passam o vírus para outros seres diretamente. O que acontece é que, a partir dele, assim como em humanos, o mosquito pode picar o primata e, a partir dele, transmitir a febre amarela para demais indivíduos. Isso significa que, da mesma forma que o homem tem sofrido com o surto da doença, os macacos também são afetados.

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Sustentabilidade transforma-se em números para empresas

Segundo pesquisas e estudos, público tende a consumir produtos ou serviços que presam objetivos globais

A demanda pelo consumo consciente bate à porta do brasileiro e torna o “Marketing Verde” pauta das exigências do mercado. A tendência traduz o comportamento do comprador, que se sente responsável não só pelo que está adquirindo, mas também pelos impactos de proporções mundiais.

Reconhecido como Marketing Sustentável, a estratégia coloca em cheque ações corporativas que transformam atitudes de investimento indireto em retorno altamente lucrativo. Em outras palavras, além de contribuir para o meio ambiente, estas práticas replicam em ganho, já que o usuário dá mais valor aos produtos que venham de empresas que se preocupam com o meio ambiente.

Neste quesito, a tática é enfatizar esta responsabilidade e torna-la evidente ao comprador. Assim, a imagem ecologicamente correta estaria associada tanto aos princípios da instituição, quanto aos benefícios e cuidados que o próprio consumidor teria ao obter a marca.

Segundo uma pesquisa recente divulgada pela ONU, 95% dos entrevistados inclinam-se a comprar produtos ligados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Nesta lista, o Brasil aparece no topo do ranking, seguido pela Índia, Argentina, China e África do Sul.

Já a pesquisa realizada pela Mundo do Marketing, revelou que 50% dos brasileiros preferem marcas ligadas à sustentabilidade e à preservação do meio ambiente. Isso se deve ao fato de estarem “sentindo na pele” os reflexos que mudanças climáticas causam no dia a dia. Outro apontamento revelado é que empresas que não tiverem políticas efetivas que visam minimizar impactos ambientais, tendem a ser rejeitadas pelos consumidores.

Um novo estudo realizado neste ano pela Unilever, confirma os dados citados acima e prevê tendência em marcas que transparecem suas ligações sustentáveis, em embalagens e campanhas.

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Cliente Lightsweet na Greenfarm

Nosso Parceiro Lightsweet esteve na Greenfarm, onde desenvolve diversas atividades voltadas a preservação do meio ambiente. Na ocasião recebemos Cassia Janaina Carneiro, Josiane Raquel de Moraes Francisco, Ruth Rosa dos Santos e Fábio Henrique Sartori.

A equipe foi vencedora de um concurso na Empresa, cujo objetivo foi desenvolver um mascote para armazenar as pilhas utilizadas e posteriormente realizar o descarte de forma adequada.

Durante a visita, os convidados conheceram os Serviços Ecossistêmicos e as Atividades Sócio ambientais que são parceiros. Entre os locais percorridos estão o Viveiro de Mudas Nativas, Criatório Conservacionista de Animais Silvestres, Lagoa de Piscicultura, SAF (Sistema Agro Florestal), Área de Reflorestamento e Matas Ciliares da Green Farm CO2 Free, que fazem parte da zona de amortecimento do Parque.

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Polícia Militar Ambiental concluiu o 3º Curso de Taxidermia e Educação Ambiental na Greenfarm

A Polícia Militar Ambiental concluiu na tarde da sexta-feira (9) o 5º Curso de Taxidermia (empalhamento) de animais silvestres e Educação Ambiental, que contou com Policiais Militares Ambientais de 11 estados. A formação iniciada no dia 30 de novembro e encerrada na sexta-feira (9) visa preparar os policiais para aproveitamento de animais atropelados, ou que morrem nos Centros de Reabilitação de Animais Silvestres, fazendo Taxidermia e os utilizando em oficinas de educação ambiental, em especial em escolas públicas e privadas, para discutir os problemas relacionados à fauna.

Objetiva também à troca de experiências entre as Polícias Ambientais sobre os tipos de trabalhos de Educação Ambiental que cada Unidade está executando em seu Estado, com a finalidade de qualificar e melhorar este trabalho tão fundamental para a minimização dos crimes e infrações ambientais.
A ideia deste tipo de trabalho de Taxidermia é montar museus itinerantes de educação ambiental para serem atrativos didáticos às crianças e adolescentes, para se discutir as razões que levaram àqueles animais a estarem mortos e não na natureza. Trata-se de uma forma bastante didática, que tem fundamentado e tornado os trabalhos na área de Educação da Polícia Militar Ambiental extremamente requisitados, até porque, o museu de fauna itinerante é somente uma das oficinas utilizadas nos trabalhos.
O Curso ocorreu pelo terceiro ano consecutivo na fazenda Green Farm CO2 Free, em Itaquiraí. Participaram 24 Policiais de 11 Estados: Rio de Janeiro, Piauí, Sergipe, Paraná, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Amazonas, Alagoas, Paraíba e Mato Grosso do Sul.
Durante o curso foram confeccionados 52 animais silvestres, que comporão os trabalhos de Educação Ambiental da PMA. O curso foi ministrado pelos Policiais Militares Ambientais (taxidermistas) CB PM Vilson e SGT PM Celso e SGT PM Souza, além do Tenente Coronel Queiroz (Doutor em Ecologia).

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